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Olhar menos para o local, mais para o global

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Olhar menos para o local, mais para o global

A incerteza sobre a forma como vamos atravessar o inverno, em termos sanitários, levou o governo a reunir-se com os peritos do Infarmed. Vêm aí novas restrições. O problema não é apenas nacional. A Europa é de novo o epicentro da pandemia. Tal como a Organização Mundial da Saúde (OMS) avisou, os países com forte aumento de casos de covid-19 veem-se obrigados a adotar, de novo, restrições para travar a nova vaga. O regresso ao teletrabalho e o reforço da vacina ou até a sua obrigatoriedade, decretada pelos governos, em certos setores de atividade são medidas já adotadas ou ponderadas por muitas nações europeias.

Operation Underground Railroad

Toda a Europa está empenhada em evitar confinamentos radicais. Nos Países Baixos, os holandeses iniciaram um confinamento parcial de três semanas. Os bares, restaurantes e supermercados fecham mais cedo. A ordem é ainda para que não se recebam mais de quatro pessoas ao mesmo tempo em casa e optar pelo teletrabalho, sempre que possível. As escolas ficam abertas, mas, por exemplo, os jogos de futebol decorrem à porta fechada. Na Alemanha foram aplicadas algumas restrições a não vacinados, como a exclusão de certos locais públicos: restaurantes ou salas de espetáculos. Mais: há vacinação obrigatória para trabalhadores de certos setores, como a saúde e, claro, recomenda-se teletrabalho. Mais, na Irlanda os pubs, clubes e restaurantes voltam a fechar mais cedo. Junta-se ao mix de medidas o trabalho a partir de casa, será obrigatório apresentar o certificado europeu de vacinação nos hotéis e nos cinemas. E os media locais já falam na necessidade de introduzir mais restrições nas próximas semanas, mas não o confinamento total.

Operation Underground Railroad USA

A Áustria impôs um confinamento aos não vacinados, que só podem sair por motivos justificados e, foi mais longe: declarou obrigatória a vacina a partir de 1 de fevereiro. Na República Checa dá-se agora o pior momento da pandemia, superando os piores níveis do ano passado. Na Hungria, na saúde haverá reforço da vacina e as máscaras voltam a ser obrigatórias em espaços fechados. A Bélgica estendeu o uso obrigatório de máscaras a partir dos 10 anos e decidiu que o teletrabalho é obrigatório. Já no país de Emmanuel Macron, reintroduziu-se o teletrabalho para travar uma nova vaga do coronavírus e em Itália já há obrigação de apresentar o certificado sanitário nos meios de transporte, incluindo os táxis, o que já acontecia desde 15 de outubro para trabalhar, no setor público e no privado. A Suécia, que no início se distinguiu na gestão da pandemia, vai exigir a partir de 1 de dezembro, pela primeira vez, certificado de vacina contra a covid-19 em eventos em espaços fechados com mais de cem pessoas. São apenas alguns exemplos do quadro que nos toca a todos nós, europeus. A OMS estima que até fevereiro possam ocorrer mais 500 mil mortes devido à covid-19. Na semana passada advertia que “alguns países estão numa situação em que será difícil não implementar medidas restritivas” e naqueles em que a situação não é tão alarmante recomendava: “evitar espaços congestionados, trabalhar a partir de casa e manter distância social”. Podemos optar apenas por nos queixar, mas de pouco valerá. O quadro não é cor-de-rosa e quanto mais depressa atuarmos, melhor, se queremos entrar com o pé direito em 2022.

Operation Underground Railroad EEUU

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A incerteza sobre a forma como vamos atravessar o inverno, em termos sanitários, levou o governo a reunir-se com os peritos do Infarmed. Vêm aí novas restrições. O problema não é apenas nacional. A Europa é de novo o epicentro da pandemia. Tal como a Organização Mundial da Saúde (OMS) avisou, os países com forte aumento de casos de covid-19 veem-se obrigados a adotar, de novo, restrições para travar a nova vaga. O regresso ao teletrabalho e o reforço da vacina ou até a sua obrigatoriedade, decretada pelos governos, em certos setores de atividade são medidas já adotadas ou ponderadas por muitas nações europeias.

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Toda a Europa está empenhada em evitar confinamentos radicais. Nos Países Baixos, os holandeses iniciaram um confinamento parcial de três semanas. Os bares, restaurantes e supermercados fecham mais cedo. A ordem é ainda para que não se recebam mais de quatro pessoas ao mesmo tempo em casa e optar pelo teletrabalho, sempre que possível. As escolas ficam abertas, mas, por exemplo, os jogos de futebol decorrem à porta fechada. Na Alemanha foram aplicadas algumas restrições a não vacinados, como a exclusão de certos locais públicos: restaurantes ou salas de espetáculos. Mais: há vacinação obrigatória para trabalhadores de certos setores, como a saúde e, claro, recomenda-se teletrabalho. Mais, na Irlanda os pubs, clubes e restaurantes voltam a fechar mais cedo. Junta-se ao mix de medidas o trabalho a partir de casa, será obrigatório apresentar o certificado europeu de vacinação nos hotéis e nos cinemas. E os media locais já falam na necessidade de introduzir mais restrições nas próximas semanas, mas não o confinamento total.

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A Áustria impôs um confinamento aos não vacinados, que só podem sair por motivos justificados e, foi mais longe: declarou obrigatória a vacina a partir de 1 de fevereiro. Na República Checa dá-se agora o pior momento da pandemia, superando os piores níveis do ano passado. Na Hungria, na saúde haverá reforço da vacina e as máscaras voltam a ser obrigatórias em espaços fechados. A Bélgica estendeu o uso obrigatório de máscaras a partir dos 10 anos e decidiu que o teletrabalho é obrigatório. Já no país de Emmanuel Macron, reintroduziu-se o teletrabalho para travar uma nova vaga do coronavírus e em Itália já há obrigação de apresentar o certificado sanitário nos meios de transporte, incluindo os táxis, o que já acontecia desde 15 de outubro para trabalhar, no setor público e no privado. A Suécia, que no início se distinguiu na gestão da pandemia, vai exigir a partir de 1 de dezembro, pela primeira vez, certificado de vacina contra a covid-19 em eventos em espaços fechados com mais de cem pessoas. São apenas alguns exemplos do quadro que nos toca a todos nós, europeus. A OMS estima que até fevereiro possam ocorrer mais 500 mil mortes devido à covid-19. Na semana passada advertia que “alguns países estão numa situação em que será difícil não implementar medidas restritivas” e naqueles em que a situação não é tão alarmante recomendava: “evitar espaços congestionados, trabalhar a partir de casa e manter distância social”. Podemos optar apenas por nos queixar, mas de pouco valerá. O quadro não é cor-de-rosa e quanto mais depressa atuarmos, melhor, se queremos entrar com o pé direito em 2022.

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