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Seleção portuguesa conquista novo Título europeu – Desporto – Correio da Manhã

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Seleção portuguesa conquista novo Título europeu - Desporto - Correio da Manhã

Ver fotogaleria (1/26) As imagens mais marcantes de PortugalHolanda na final da Liga das Nações Uma exibição consistente e solidária catapultou Portugal para o segundo título do seu historial. Depois do Euro 2016, em França, a seleção nacional conquistou a inédita Liga das Nações com brilho. Com o brilho dos campeões. Desta vez em casa, o que também exorciza de vez o fantasma de 2004. Portugal não precisou de fazer das tulipas coração, passe o trocadilho, para ser melhor do que a Holanda. Desta vez Fernando Santos apostou em colocar os jogadores nas suas posições habituais. Depois, a classe individual acabou por fazer vir ao de cima o melhor da equipa. A seleção portuguesa andou os primeiros 15 minutos à procura da bola sem se perceber muito bem se isso foi estratégico. Ver vídeo Seleção celebra na avenoida Certo é que a partir do momento em que subiu linhas, mandou no jogo. Com Danilo a filtrar jogo no meio-campo defensivo, Portugal ganhou quase todos os duelos individuais ou pelo menos as segundas bolas às estrelas emergentes da Holanda. Isso permitiu três ou quatro situações de remate de meia distância, quase sempre materializadas por Bruno Fernandes. Foi mais fumo do que fogo, mas ao intervalo Portugal já estava por cima. A Holanda criou a ilusão de vir diferente para a segunda parte. Sol de pouca dura. O meio-campo luso voltou a mandar. Portugal continuava a ser superior e – más notícias para os holandeses – nem precisava de andar às costas de Ronaldo. Numa transição rápida, Gonçalo Guedes triangulou com Bernardo Silva, em velocidade, e ganhou espaço para o disparo vitorioso. Aposta ganha de Fernando Santos na troca com Félix, que ficou ontem no banco. A Holanda tentou reagir, mas Rúben Dias, Patrício e companhia mantiveram a equipa coesa. Foi com a bola nos pés que Portugal acabou o jogo. A bola nos pés e a taça nas mãos. ANÁLISE  Equipa coesa e inteligente Coesão e inteligência. Dois fatores fundamentais para o triunfo de Portugal na noite de ontem, no Dragão. A equipa esteve sempre junta, mesmo quando subiu linhas e tomou conta do jogo. Depois, com a bola nos pés, houve serenidade para controlar os ritmos como mais convinha. Primeira parte da Holanda Esta Holanda é uma equipa de futuro. Tem uma média de idades baixa e jogadores que já são estrelas do futebol europeu. Esperava-se mais deles, ontem. Especialmente na primeira parte, em que não criaram uma única situação de perigo junto da baliza de Rui Patrício. Dois lances de penálti Arbitragem regular do árbitro espanhol. O jogo não lhe complicou a vida e prova disso é o facto de só ter mostrado o primeiro cartão amarelo aos 88’. Ainda assim, fica a ideia de que ficaram dois penáltis por marcar: um sobre Moutinho e outro por falta de Rúben Dias. Continuar a ler